A Arte de Realizar Sonhos Com Paz e Tranquilidade

Saudações, André Valongueiro falando!

Eu sou um coach e orientador comprometido com a missão de ajudar pessoas a realizarem projetos de vida com ordem, paz e sem ansiedade, angústia ou estresse.

Eu posso estar errado, mas é provável que você esteja aqui por um (ou mais!) dos motivos abaixo:

  • O seu grau de desorganização está enlouquecendo você;
  • A sensação de estagnação e de pouco progresso em seus projetos está enchendo você de frustração;
  • Você está tendo dificuldades para tomar decisões sobre os caminhos da sua vida;
  • Você está procurando estratégias para viver melhor, com mais equilíbrio e menos estresse e ansiedade.

Se algum dos motivos acima fizeram você chegar até aqui, então você está no lugar certo. 🙂

Eu acredito em algo…

Acredito que podemos lutar pelo que desejamos sem que isso acabe com a nossa saúde e nos encha de ansiedade, preocupação e angústia.

Eu também acredito que uma vida ordenada e organizada é a base para todas as conquistas desejadas.

E essas crenças me fizeram tomar a decisão de trabalhar ajudando pessoas como você a praticarem a arte de realizar sonhos com paz e tranquilidade.

E se eu estiver fazendo o meu trabalho bem feito, isso significa que cada artigo publicado neste espaço fará de você uma pessoa mais organizada, menos estressada e mais confiante e segura.

O Valongueiro Lifestyle é um projeto recente, mas já temos por aqui alguns guias importantes para ajudar você a reinventar sua vida:

E isso é só o começo!

Muitos outros guias serão publicados para ajudar você a construir um estilo de vida gratificante e livre de perturbações desnecessárias.

Agora ouça-me: você pode viver a vida que deseja viver, mas para isso você precisa aprender como criar as condições para essa nova vida.

Isso faz sentido para você?

Então cadastre-se abaixo para receber cada um dos conteúdos que vão ensinar a você como viver com ordem e paz:

Realize sonhos sem ansiedade.

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A Breve História de Como Reinventei a Minha Própria Vida

André Valongueiro pedalando sua bicicleta no Campeonato Alagoano de Triathlon
Em ação no Campeonato Alagoano de Triathlon.

Hoje possuo o estilo de vida com o qual sonhei durante muitos anos.

Estou trabalhando exatamente com o que desejo e com o que sei trabalhar, livre de horários inflexíveis e viajando regularmente para viver períodos em outros lugares.

No momento em que escrevo essas linhas, em Junho de 2015, estou vivendo Guangzhou, uma grande cidade no sul da China.

Estou trilhando “o meu caminho” e isso é motivo de muita alegria e gratidão para mim, mas as coisas nem sempre foram assim tão satisfatórias…

Antes de encontrar o caminho no qual estou hoje e acertar o meu rumo, eu passei muitos anos trilhando um caminho bem diferente daquele que eu desejava, exatamente como tantas pessoas estão fazendo agora mesmo.

Há um trecho do meu livro – Eu, Piloto – A história de como deixei de ser Passageiro da minha própria vida – que fará você entender o que quero dizer com isso:

Meu nome é André Valongueiro e há algum tempo, não muito, eu era um cara cheio de sonhos.

Estava cursando a faculdade de Jornalismo, tinha iniciado um pequeno negócio de criação de sites com três amigos e usava boa parte do meu tempo livre estudando música e alimentando a idéia de integrar uma competente banda de Heavy Metal.

Não sei bem o que aconteceu, mas poucos anos depois eu havia virado um funcionário padrão com hora marcada para entrar e sair, livro de ponto e manifestações de apreço ao “Senhor Diretor”.

Primeiro, o sonho pareceu apagar-se e esqueci a idéia de possuir o meu próprio negócio. Em seguida, sem tempo, abandonei os estudos formais de música.

Sem energia e completamente sedentário, sentia-me fisicamente esgotado para realizar tarefas cotidianas básicas como subir alguns lances de escada.

Parece que, por um tempo, tudo o que importava era ir ao trabalho, dar expediente por oito horas e depois enfrentar o trânsito para voltar para casa.

Tudo isso só para acordar no outro dia e fazer tudo igual. Os dias eram todos completamente iguais.

Eu me sentia como o personagem de Bill Murray no filme “O Feitiço do Tempo”, que dorme e acorda sempre no mesmo dia, o Dia da Marmota, não por acaso, o dia que ele mais detesta.

Eu me sentia um passageiro na minha própria vida, sendo levado de um lado para o outro de acordo com as circunstâncias. Eu não estava satisfeito, mas na verdade não sabia como mudar aquela situação.

Tudo isso durou alguns bons anos, anos de juventude. Eu não estou velho agora, mas boa parte dos meus “vinte e poucos anos” não foram vividos exatamente da maneira como eu sonhava em viver quando era mais novo e mais cheio de sonhos. E pensar nisso é desconfortável.

Lá pelo final de 2010, me flagrei dizendo para mim mesmo que “algum dia” aquilo iria mudar e que eu ia retomar o controle e voltar a viver nos meus próprios termos.

Foi quando me toquei que já tinha quase 30 anos e que esse “algum dia” nunca iria chegar, que aquela era minha vida e eu podia morrer no momento seguinte.

É um tipo de pensamento trágico, eu sei, mas é impossível negar sua verdade. Qualquer um está apto a morrer no momento seguinte ao agora.

Percebi que fazia mais sentido ver a vida como um ponto e não como uma linha do tempo que se estende ao quase infinito.

A vida é uma sucessão de momentos únicos.

É uma história clássica, não é mesmo?

A história de alguém que estava abrindo mão dos próprios sonhos por medo de lutar para construir o seu próprio caminho.

Parece familiar?

O cenário descrito acima começou a mudar em 2010, ano em que tomei a decisão de construir uma nova vida e comecei a trabalhar duro para isso.

No meu livro falo sobre alguns dos frutos colhidos com a decisão de mudar:

Quatro anos depois (2014), aqui estou!

Eu larguei meu emprego, sou vocalista de uma banda de Metal e com uma banda que integrei anteriormente realizei uma turnê pela Europa fazendo 15 shows em 18 dias e passando por 8 países.

Aquela foi foi uma experiência fantástica e que desejo viver novamente!

Também me tornei um atleta disciplinado, tendo competido em inúmeras provas de corrida e triathlon, incluindo o Triathlon de Longa Distância mais difícil do Brasil, o Cabra da Peste, em Fortaleza.

Ainda na área esportiva eu participei de diversas provas de natação em águas abertas e obtive em 2012 um índice que me classificou para integrar a Seleção Brasileira de Triathlon de Longa Distância no mundial da Espanha.

Trabalho hoje a partir da minha casa ou de qualquer outro lugar, posso escolher os trabalhos com os quais desejo me comprometer, toco o Mude.nu e idealizei, junto com o meu sócio Walmar Andrade, a Academia de Pilotos, um treinamento online que tem como objetivo ajudar pessoas a assumirem o controle das suas próprias vidas.

Estou vivendo o meu sonho e isso é motivo de muita alegria para mim.

Desde a publicação da primeira edição de “Eu, Piloto”, em 2013, muitas outras coisas já aconteceram e muitas estão acontecendo agora mesmo.

O processo que estou vivendo tem sido bem surpreendente até para mim mesmo…

De empregado a empreendedor, de sedentário a triatleta, de conformado a piloto da própria vida! 😀

Como fiz isso?

Gostaria de dizer que foi tudo rápido e indolor, que bastou eu estalar os dedos e tudo o que estava ruim de repente se resolveu.

Mas infelizmente não foi isso que aconteceu…

Precisei estudar muito e trabalhar duro para realizar cada uma dessas mudanças.

E continuo estudando e trabalhando muito para permanecer no caminho. A vida é um combate, um bom combate!

O ponto que pode interessar a você, no entanto, é: eu sei, na prática, como realizar mudanças de vida e sou capaz de ensinar e ajudar você no processo.

E é exatamente isso que estou fazendo neste blog e nos meus processos de orientação e coaching.

Parece interessante?

Então tudo que você tem que fazer é informar seu e-mail abaixo e clicar em “Quero Receber!” para aprender a arte de realizar sonhos com paz e tranquilidade.

E mais uma coisa: cadastrando-se abaixo você poderá fazer o download do livro “Eu, Piloto” e entender um pouco melhor toda essa história que contei aqui de maneira resumida.

Um abraço do Valongueiro!